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Conselhos para uma compra Ecosave

A Eficiência começa na escolha

Na compra de um electrodoméstico, deve-se ter sempre em conta o seu grau de eficiência de modo a que mais tarde, durante a utilização, não se verifique um excessivo consumo de energia para as funções realizadas.

A etiqueta de eficiência energética surgiu precisamente com o objectivo de informar sobre a eficiência dos equipamentos que têm maior peso na factura energética de uma habitação, tendo-se iniciado em 1995 com os equipamentos de frio, estendendo-se mais tarde as máquinas de lavar roupa e loiça, iluminação, fornos eléctricos e aparelhos de ar condicionado.

Com a melhoria da eficiência dos equipamentos, tornou-se necessário rever a etiqueta de forma a disponibilizar classes de maior eficiência face às já existentes. É o que acontecerá com a nova etiqueta de eficiência energética que, até ao fim de 2011, estará em vigor para frigoríficos, máquinas de lavar roupa e louça e televisores, tendo por classe máxima A+++.

Critérios genéricos na compra de um equipamento:
1 – Fazer uma primeira pesquisa em casa
Para facilitar a escolha no local de venda, deve ser feita uma pesquisa prévia em casa.
- É possível conhecer os equipamentos mais eficientes à venda no mercado português, pela consulta do site Topten em www.topten.pt, que disponibiliza informação detalhada sobre os modelos mais eficientes em várias categorias.
- Em caso de dúvida entre dois equipamentos, é possível simular aqui o mais compensador em termos de investimento e utilização.
2 - Analisar a etiqueta de eficiência energética
Além da classe de eficiência energética, é importante analisar também outros parâmetros de desempenho fornecidos pela etiqueta e que variam consoante o tipo de equipamento.
Só é possível comparar as etiquetas de dois equipamentos idênticos. Como tal, não é viável comparar pela classificação um frigorífico americano com a de um combinado, pois ambos podem ter classe A, mas tendo o frigorífico americano maior área de frio e de congelação, apresenta naturalmente um maior consumo de energia.
3 – Escolher equipamentos adequados às necessidades reais
Uma família de reduzida dimensão e que faz poucas refeições em casa não precisa, por exemplo, de um frigorífico de grande volume como é o caso dos americanos, pois acabaria por ter um equipamento mais consumidor sem dele tirar pleno proveito.
4 – Verificar se as funcionalidades melhoram eficiência
A função de pesagem da roupa nas máquinas de lavar ou o aviso sonoro de que a porta do frigorífico está aberta há demasiado tempo são algumas funcionalidades que contribuem para uma utilização mais eficiente dos electrodomésticos.
 

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